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A História de Brasília já foi tema de séries, filmes e documentários. No entanto, ao contrário do que muita gente imagina, a vontade de construir uma capital no interior do Brasil não nasceu no Plano Metas do Presidente Juscelino Kubitschek. Desde o fim do século XVlll, pessoas como o Marquês de Pombal e membros do movimento da Inconfidência Mineira já cogitava a transferência da capital para o coração do Brasil. Desde então, com o passar do tempo a construção da nova capital se tornou tão almejada que a Constituição de 1891 reservou a área que posteriormente seria destinada ao Quadrilátero Cruls, região onde está localizado o Distrito Federal. Para isso, em 1982, o então presidente Floriano Peixoto determinou que uma equipe composta por geólogos, botânicos, médicos, engenheiros e outros profissionais, viesse até o Planalto Central para verificar viabilidade do projeto e demarcar a área de 14.400 Km² para a futura capital. A equipe era chefiada pelo geógrafo belga Louis Ferdinand Cruls, nome que batizou a expedição e mais tarde o Quadrilátero. Em 1955, uma nova comissão, aprovada pelo presidente Café Filho e comandada por João Pessoa, visitou a área e fixou as medidas do Quadrilátero em 52 Km². No mesmo ano, Juscelino Kubistchek em um comício, realizado em Goiás, durante a campanha da Presidência prometeu, que se por acaso fosse eleito iria construir a nova capital. Juscelino foi eleito e com a ajuda do povo nordestino conseguiu no dia 21 de abril de 1960, inaugurar Brasília, cidade que é o centro das decisões político-administrativas do nosso país. Fonte: Senado Equipe CENTI.
Apesar da Lei de Acesso a Informação defender a ampla divulgação dos dados referentes a Administração Pública, ela também garante que alguns dados sejam mantidos em sigilo para não prejudicar nenhum ente da Administração ou da Sociedade. É claro que na era da Internet, se tornou ainda mais difícil evitar o vazamento de informações sigilosas. Tendo em vista o quanto elas são valiosas em nosso meio. Então, para te ajudar a evitar problemas deste tipo no futuro, hoje vamos sugerir algumas práticas simples para garantir a segurança das informações na sua instituição.
- Evite o compartilhamento de senhas
- Evite senhas fáceis.
- Tome cuidado com pendrives.
Em qualquer organização o estoque é o local onde se deve armazenar os itens importantes para o desenvolvimento das atividades da instituição. Deste modo, quando é possível realizar a gerência adequada do estoque, evita-se desperdício e perder itens estocados significa literalmente perder dinheiro em caixa e no caso do setor público o dinheiro vem do nosso bolso. Então o controle adequado do estoque é essencial para o bom andamento das atividades da administração pública direta e indireta. Deste modo, ela deve acontecer de forma rígida e principalmente transparente. Afinal, o cidadão possui o direito de saber como o dinheiro obtido através do pagamento dos impostos é empregado no processo de aquisição de recursos. No entanto, neste momento surge a dúvida. Como realizar a administração do estoque observando o cidadão? A resposta é bem simples: automatize o processo. Se você já possui uma pequena noção sobre controle de estoque, sabe que um dos maiores desafios é equilibrar o consumo dos itens com as necessidades da organização. Apesar de parecer uma questão fácil, nem sempre esses dois pontos conseguem convergir, e em muitos casos pode-se adquirir itens que não são tão importantes em excesso e itens essenciais de maneira escassa. Por isso, possuir um sistema de almoxarifado é essencial para a gestão correta do estoque, pois ele se torna o principal responsável por gerenciar saldos e vencimentos dos itens estocados. Desenvolvendo relatórios mais exatos sobre as quantidades armazenadas e garantido que cada item seja adquirido no momento certo. Se você se interessou pela ideia, entre em contato com um de nossos consultores e conheça um pouco mais sobre as nossas soluções para gestão e controle de estoques. Equipe CENTI.
O atendimento ao cidadão nem sempre acontece de maneira correta, as vezes podem ocorrer pequenas falhas durante o processo, a burocracia pode interferir e fazer com que a solicitação demore ainda mais para ser atendida. E até mesmo, o momento em que o cidadão procurou a administração pública pode interferir na maneira como ele foi atendido e por consequência na percepção dele a respeito do atendimento ofertado. Deste modo, a ouvidoria, um instrumento típico da administração privada, pode sim, ser extremamente útil para garantir que o cidadão seja ouvido e que as suas demandas em relação a administração pública sejam atendidas. Ela dá voz para quem deseja expressar a sua opinião sobre os procedimentos e ajuda até mesmo, quem deseja denunciar o que não acontece da maneira esperada. Ela pode ser implantada de várias formas diferentes (telefones, questionários e etc.). Mas o gestor deve observar se a metodologia escolhida garante o anonimato e se os canais para contato possibilitam que qualquer cidadão independente do grau de instrução que possui, consegue utilizar o serviço. Afinal de nada adianta ter um serviço de ouvidoria se ele não consegue ouvir a opinião do “cliente” principal. Existem no mercado algumas opções para quem deseja realizar o serviço, mas o gestor deve se atentar se a ferramenta realmente atende as suas necessidades. Com o passar do tempo o número de contatos aumenta e se torna quase impossível realizar o atendimento das solicitações se a ferramenta não permite a catalogação das sugestões, reclamações ou elogios. Nós aqui da Centi contamos com um sistema super completo para quem deseja implementar a ouvidoria. Ficou curioso? Clique aqui e confira. Equipe CENTI.